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PESTE BUBÔNICA NO MARANHÃO: CAOS, DOENÇAS E PERSPECTIVAS DE REORDENAMENTO URBANO

Peste bubônica no Maranhão: caos, doenças e perspectivas de reordenamento urbano. Este é o tema da pesquisa desenvolvida por Carlos Henrique Guimarães, acadêmico do Programa de Pós-Graduação em Ciências Sociais. A pesquisa visa preencher lacunas que surgiram com o trabalho monográfico defendido, em 2003, na Universidade Federal do Maranhão, de autoria do próprio acadêmico. Neste trabalho, ele enfocava os conflitos gerados durante uma epidemia de peste bubônica que assolou São Luís nos anos de 1903 e 1904.
O objetivo principal da pesquisa é analisar os conflitos sociais, bem como as alterações estruturais no espaço urbano de São Luís, propondo uma reflexão sobre a dinâmica de alteração do espaço urbano de São Luís. Esses conhecimentos são relevantes na medida que fornece material de análise para pensarmos a realidade da cidade e, dessa forma, propor planejamentos alternativos para nossa ela, explica Guimarães. (Emerson Marinho)
VOCÊ SABIA que já está em testes um gel anti-aids?
Isso mesmo. O gel já foi autorizado a ser comercializado nos Estados Unidos. O efeito esperado do gel é manter a acidez da vagina num nível em que o HIV não sobrevive. O PH da vagina varia entre 3,5 e 4,5 - o que protege a mulher do contágio.
No entanto, como o sêmen tem um PH entre 7,2 e 8, a acidez da vagina aumenta para níveis superiores a 6,0 numa relação sexual. O que o gel Amphoragel faz é manter a acidez da vagina num nível abaixo de 5,0.
O Amphoragel não foi o primeiro produto a ser pesquisado com este fim. Há mais de 60 produtos em estudo. Mas é o primeiro já autorizado a ser comercializado como gel lubrificante.
Os testes com o Amphoragel mostraram que ele é eficaz em manter a acidez da vagina num PH 5,0. O já o que torna eficaz no combate à Herpes, que é mais resistente do que o HIV nessa fase de contágio. Embora autorizado nos Estados Unidos a ser comercializado como gel lubrificante, o Amphoragel anda está sendo analisado com gel anti-aids. Você sabia? TOME CIÊNCIA!
Escrito por Equipe Rádio Ciência às 16h18
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COBERTURA ESPORTIVA: JORNALISMO OU ENTRETENIMENTO?

Quando se observa a cobertura de esportes na televisão se fala em jornalismo ou em entretenimento? Esta foi a curiosidade que motivou a pesquisa da Mestre em Comunicação, Li Cristina. Sua dissertação de mestrado trabalha o tema "Cobertura Esportiva na Televisão: Jornalismo ou Entretenimento?". A grande dificuldade apontada por Li Cristina foi a obtenção de bibliografia sobre o assunto no Brasil. Ela se fundamentou em trabalhos argentinos, espanhóis, mexicanos e norte-americanos, procurando fazer um trabalho que pudesse dar respostas nacionais e que pudessem ser aplicada às realidades regionais.
Partindo da hipótese de que a cobertura esportiva não é puramente jornalismo, nem entretenimento, a pesquisadora opina que a cobertura esportiva está mais para entretenimento. Li Cristina analisou programas televisivos e observou o que é feito na prática e o que recomenda a teoria, chegando à constatações como a de que a cobertura esportiva é um material híbrido. "Você não pode classificá-lo como jornalismo sem levar em consideração os aspectos de entretenimento que estão subjacentes à matéria", explica Li Cristina. Para um acontecimento esportivo ser coberto ele precisa passar por uma série de critérios, que no jornalismo nós chamamos de critérios de noticiabilidade. A pesquisadora conclui que na cobertura jornalística do esporte o meio determina o conteúdo da matéria jornalística. (Emerson Marinho)
VOCÊ SABIA que a pele de rã já é curativo para queimadura grave?
Isso mesmo. Hospital especializado de Ribeirão Preto fez sua primeira cirurgia usando pele de rã para tratamento de queimaduras, ma solução praticada apenas por poucas instituições brasileiras.
A técnica existe há cerca de três anos, mas ainda é pouco divulgada no país, em parte porque não há um fornecimento comercial de peles para esse fim.
A técnica permite uma cicatrização mais rápida por causa de uma substância encontrada na rã da espécie Rana catesbiana shaw. Essa pele proporciona alívio da dor e permite maior movimentação dos membros. Você sabia? TOME CIÊNCIA!
Escrito por Equipe Rádio Ciência às 15h13
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PESQUISA ABORDA SOCIEDADE EM REDE E O COMÉRCIO DE RUA NO CENTRO DE SÃO LUÍS

O comércio de rua, que serve de atrativo para o centro comercial maranhense e que abrange em grande parte a Rua Grande, foi objeto de estudo para o sociólogo Cosme Moura Júnior em sua dissertação de mestrado "Sociedade em rede e o comércio de rua no Centro de São Luís".
Apontar a importância e significação (até mesmo histórica) do comércio de rua em São Luís, foi um dos enfoques desse trabalho, já que segundo o pesquisador, há ainda uma prática de ver o comércio de rua sob uma ótica discriminatória e excludente. "O trabalho tem a intenção de desistigmatizar esse grupo que já é tão estigmatizado, apontar que eles podem ser uma nova saída para o capital , proporcionando uma economia mais dinâmica para a cidade e tocar nas questões de políticas públicas – regulamentação, geração de renda", explica Cosme.
Nesse sentido, a pesquisa mostra como a relação do trabalho vem sofrendo modificações, já que cada vez mais o profissional tende a ser, conforme denomina o pesquisador, "empresário de si mesmo", e essas formas mais artesanais na economia - dentre elas o comércio de rua – parecem mais adaptáveis a esse novo capital que surge. A pesquisa foi apresentado na Semana de Sociologia, entre os dias 09 e 11 de janeiro, na UFMA. (Kássia Brito)
VOCÊ SABIA que o ano de 2005 foi o mais quente da história da humanidade?
É o que comprova a Agência Espacial Americana, a NASA.
Os cinco anos mais quentes desde o início dos registros climáticos modernos, em 1890, ocorreram nos últimos 10 anos, início de uma preocupante tendência de aquecimento do planeta. Nos últimos 30 anos, a elevação média das temperaturas da terra foi de 0,6 grau Celcius.
O século XXI poderá registrar um aumento da temperatura do planeta de três a cinco graus. Cientistas atribuem o fato ao aumento das emissões de gases do efeito estufa. Você sabia? TOME CIÊNCIA!
Escrito por Equipe Rádio Ciência às 16h09
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CRIATIVIDADE E METODOLOGIA EDUCACIONAIS DA MATEMÁTICA NA EDUCAÇÃO INFANTIL

A matemática é uma matéria que causa repulsa em grande parte dos estudantes, mas viver sem os números é algo impossível. Para reverter essa situação, estudantes do 9º período do curso de Pedagogia (UFMA) desenvolveram métodos para tornar a relação ensino-aprendizagem mais prazerosa.
A pesquisa intitulada "Criatividade e metodologias educacionais da matemática na educação infantil" procurou soluções para essa atividade educacional. Ela busca ressaltar o papel do educador como transformador dos métodos de aprendizagem, explica a acadêmica Adriana Martins Lindoso, uma das participantes do grupo de pesquisa.
A idéia inicial para a produção da pesquisa surgiu através do contato com crianças de instituições comunitárias. Assim, notou-se a necessidade da mudança na metodologia utilizada para o ensino da matemática. Com as conclusões obtidas, o grupo pretende divulgar seu trabalho com a produçao de uma obra literária para organizar o trabalho pedagógico na área da matemática.
O trabalho está na programação da VI - Semana de Pedagogia da UFMA. (Rafaela Vidigal)
VOCÊ SABIA que a areia do deserto é mais rica do que o solo da Amazônia?
É o que demonstra pesquisa da Universidade de Duke, nos Estados Unidos.
Os cientistas analisaram amostras de solo de 98 localidads na América do Norte e do Sul, incluindo florestas tropicais, pradarias, tundra, desertos e vários outros ecossistemas. Para surpresa dos cientistas, o resultado foi o contrário do que se vê na superfície. Debaixo do solo, a biodiversidade dos desertos e pradarias mostrou-se muito maior do que a da floresta. O deserto possui número muito maior de biodiversidade de bactérias do que a floresta amazônica.
A conclusão da pesquisa é que a biodiversidade de bactérias no solo varia, principalmente, de acordo com o PH e independe de fatores climáticos como temperatura e chuvas, que regulam a distribuição de fauna e flora ao redo do planeta. Você sabia? TOME CIÊNCIA!
Escrito por Equipe Rádio Ciência às 19h32
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ACONTECE A VI SEMANA DE PEDAGOGIA DA UFMA
Acontece, de 16 A 20 de janeiro, a VI Semana de Pedagogia da UFMA. Com o tema "Formação política de cientistas da educação", a semana tem como eixos temáticos: a pedagogia como ciência da educação frente a um currículo transformador: as diversas áreas de atuação do pedagogo e a formação do professor de educação; e educação não formal.
Para a professora Joelma Reis Corrêa, coordenadora do curso de pedagogia, a semana vai priorizar a análise e discussão da atual política educacional e de valorização do profissional da educação, procurando contribuir para a melhoria do ensino.
Analisar a atual conjuntura do mundo do trabalho e suas transformações através de matrizes como a revolução tecnológica; o processo de globalização e o projeto neoliberal para os atuais e futuros educadores é o principal objetivo da semana.
Durante a semana serão apresentados palestras, mini-cursos, painéis, oficinas e trabalhos científicos produzidos por estudantes e profissionais da educação de diferentes instituições. A Semana de Pedagogia é uma realizada pelo Centro Acadêmico e o Departamento de Pedagogia da UFMA. (Emerson Marinho)
VOCÊ SABIA que existem 86 milhões de analfabetos funcionais na população economicamente ativa do País?
É o que aponta trabalho publicado no Terceiro Indicador Nacional de Alfabetismo Funcional.
De acordo com a pesquisa, das 114 milhões de pessoas entre 15 e 64 anos de idade, que estão na faixa etária para o desempenho de atividade econômica, 86 milhões são de analfabetos ou de analfabetos funcionais. Ou seja, têm nível de leitura e escrita muito baixos. Os analfabetos somam 10 milhões de pessoas.
No novo mercado de trabalho que exige conhecimento, segundo a pesquisa, dos 114 milhões à procura de emprego, apenas 28 milhões estão habilitados a entrar no mercado de trabalho. Você sabia? TOME CIÊNCIA!
Escrito por Equipe Rádio Ciência às 19h29
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