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IMPRENSA E LITERATURA EM ALUÍSIO DE AZEVEDO

Com o intuito de mostrar a influência de Aluísio Azevedo na imprensa, a estuante de jornalismo da UFMA, Natália Rapozo da Fonseca realizou a pesquisa: imprensa e literatura em Aluísio de Azevedo. Ele começou como jornalista na imprensa maranhense nos jornais A Flechas, O Pensador e a Pacotilha.
Suas obras literárias começaram a fazer sucesso porque além dele escreva como jornalistas ele inseria as obras literárias com nomes de folhetins como as novelas, que vieram antes das rádios-novelas. Estes folhetins eram inseridos nos jornais e logo passaram a aumentavam a vendagem enquanto faziam a sua propaganda.
Após largar o jornalismo e se dedicar à literatura no Rio de Janeiro, onde a sociedade era menos conservadora que a maranhense em relação a suas idéias repúblicas, abolicionistas e anti-clericais, ele ganha a fama nacional. a academia discorre a esse respeito:
A sociedade não recebia essa provocação muito bem os jornais que ele assinava eram anti-clericais, como a igreja detinha todo o poder na época, ele assinava jornais com pseudônimos para atacar frontalmente a igreja.
Na literatura a 1ª Obra literária dele que fez muito sucesso foi O Mulato que tinha todos os elementos do jornalismo que fazia.
A acadêmica descobriu com sua pesquisa que ainda hoje jornais trazem as mesmas características dos pasquins do século XIX criticando o exercício do poder dos grupos políticos, que na sua época era o principal grupo que detinha o poder. (Emerson Marinho)
VOCÊ SABIA que aids dobra entre mulheres acima de 50 anos?
O número de mulheres com mais de 50 anos infectadas com o vírus HIV dobrou entre 1994 e 2004 no Estado de São Paulo, segundo uma pesquisa encomendada pelo Instituto Brasileiro de Defesa do Consumidor. O estudo mostra também que esse grupo etário foi o único a apresentar crescimento significativo: em 1994, foram notificados 103 casos de infecção por HIV; em 2004, o total subiu para 227.
Embora a população feminina mais infectada pelo vírus esteja na faixa entre 20 a 49 anos e apresente um perfil de baixa escolaridade, o levantamento destaca o aumento dos casos em mulheres não só mais velhas, mas também com maior escolaridade.
Em 1987, eram 30 homens para cada mulher infectada. Hoje, essa proporção caiu para dois para um. Você sabia? Tome ciência!
Escrito por Equipe Rádio Ciência às 16h59
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A GREVE DE 79 E O INÍCIO DO CINEMA NO MARANHÃO

A partir do documentário: São Luís, Olhar Rebelde, a acadêmica do curso de jornalismo da UFMA, Lorena Nascimento Lima, realizou a pesquisa: A greve de 79 e o início do Cinema no Maranhão.
Ela utilizou monografias e livros que retratavam a greve de 79 para saber o que foi este movimento e como ele contribui para a produção do documentário que deu a largada para a produção de filmes em São Luís.
A acadêmica descobriu que foi com a chegada, na década de 70, do prof. Mário Cella ao Maranhão (um dos fundadores do Cineclub, clube universitário para discutir cinema e do Laborart, Instituto voltado para o cinema, teatro e música) é que foram produzidos documentários que reivindicavam direitos das comunidades circunvizinhas à UFMA. Um dos mais importantes foi "São Luís, Olhar Rebelde" que vai dar a largada para a produção de muitos outros, premiados nacionalmente e até mesmo internacionalmente.
Porém, ela concluiu que apesar de todos os prêmios e de termos no Estado equipamentos e técnicos especializados nas mais distintas áreas cinematográficas, o cinema ainda não é valorizado, tendo muito pouco incentivo. (Emerson Marinho)
VOCÊ SABIA que novos dados mostram recuperação da camada de ozônio?
Um novo estudo, obtido através de dados da Nasa e da Administração Nacional de Atmosfera e Oceano dos Estados Unidos, aponta sinais consistentes de que a camada de ozônio da Terra está se recuperando.
Os pesquisadores analisaram 25 anos de informações sobre o ozônio a diferentes altitudes dentro da estratosfera. As informações foram reunidas por balões, instrumentos baseados no solo e satélites em órbita.
Os pesquisadores concluíram que a camada de ozônio parou de afinar em 1997, exceto sobre as regiões polares. A camada de ozônio sofreu declínio constante entre 1979 e 1997.
As estimativas são de que os níveis do gás voltem ao que eram no início da década de 80 em meados deste século. Você sabia? Tome ciência!
Escrito por Equipe Rádio Ciência às 16h45
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